Visita à Serra da Estrela


Nos dias 20 e 21 de Março os alunos de Educação Moral e Religiosa Católica do 6º ano da E.B.2,3 Luís de Sttau Monteiro e da escola E.B. 2,3 João Villaret, partilharam um autocarro e fomos visitar a Serra da Estrela.No dia 20 de março, a primeira paragem foi em Fátima. Visitámos a Igreja do Santíssimo Sacramento, a Capelinha das Aparições e a Basílica. Chegámos à Quinta do Crestelo em Seia, pelas 16h e já atrasados para realizamos as seguintes atividades: Slide, escalada, ponte das cordas, jogo noturno. Depois de jantar fomos para uma mini discoteca.
No dia 21 de março fomos visitar a Serra da Estrela. Estava muito frio e não havia neve, mas divertimo-nos muito. O almoço foi na Covilhã e regressamos à escola, onde os nossos pais nos aguardavam cheios de saudade. Que bom…..



TEMPLOS RELIGIOSOS - visita de estudo

No dia 5 de março, os alunos do 7º e do 8º ano inscritos em Educação Moral e Religiosa Católica, da E.B. 2,3 Luís de Sttau Monteiro,  visitaram a Templo Radha Krishna  e a Sinagoga em Lisboa.

No templo Hindú, tivemos que nos descalçar de acordo com as tradições. Sentamo-nos no chão com as pernas cruzadas e ouvimos com muita atenção as histórias/lendas  associadas à vida dos deuses.

A Sinagoga Shaaré Tikva (“Portas da Esperança”, em hebraico), é a principal Sinagoga da comunidade judaica em Portugal. Está localizada em Lisboa (perto do Largo do Rato).

Ao entrar e de acordo com as tradições judaicas, os rapazes taparam a cabeça com um Kippá.

A Sinagoga de Lisboa foi a primeira a ser construída de raiz em Portugal após a ordem de expulsão dos judeus de 1496, decretada pelo rei D. Manuel.

Da parte da tarde realizámos um Peddy-paper por Lisboa. Começamos no Largo do Rato, passamos pelo Príncipe Real e acabamos na Praça da Figueira.

 


Recordar a República...

Viva a República. Viva a nossa escola!

No dia 4 de Outubro tivemos o privilégio de poder particpar na reconstituição da implantação da República.

Uns íam fazer de figurantes sem quaisquer frases para dizer outros íam gritar pregões. Entretanto os que iam “cantar”os pregões tiveram vários ensaios na escola. Também vimos vídeos e fotografias ilustrativos da época, nas aulas de História, para vermos como era e como devíamos fazer. Depois (depois de apenas dois ensaios gerais, um na escola e outro no Largo do Chafariz) chegou o dia que, nervosamente esperávamos. Na manhã do dia 4 lá fomos nós, meio nervosos, mas contentes, para a Camâra vestirmo-nos.

Estávamos com medo que chovesse, que alguma coisa correse mal, que não fossemos capazes, que nos esquecessemos dos pregões e do sítios por onde devíamos entrar...Que grande confusão... aquele espaço, da antiga polícia, era um espaço muito pequeno para tanta gente. Dava para confundir, para esquecer, para ficar com o coração a bater muito: -Ai se não sai bem!

Aos poucos íamos saíndo e esperando pelos outros para depois irmos para o local da representação. Eramos tantos! Muitos estávamos vestidos de antigos vendedores: aguadeiros; jornaleiros; vendedeiras de laranjas, figos, legumes e havia também os burgueses.Os vendedores íam apregoando os seus pregões como “Au, Au, Auga fresquinha” ou “Quem quer figo maduro? Quem quer almoçar? Olha o figuinho da Capa Rota”... Mas o mais giro é que não eramos só nós que estávamos vestidos à época, muitos professores também estavam e participaram connosco.

As pessoas estavam todas à nossa volta, nós misturavamo-nos com elas e elas respeitavam-nos, tiravam fotografias, riam e davam os parabéns.. Nós vinhamos aos pares saídos de várias entradas e depois juntavamo-nos no chafariz. Também lá estavam outros actores que representavam a Junta Revolucionária e a própria “República”:- Viva a República!

Todos gritavam os seus pregões, outros compravam os haveres, as amas passeavam as crianças, os burgueses saudavam-se e comentavam as notícias. As crianças assistiram a uma peça de Robertos e brincaram com jogos que nunca tinhamos visto. (afinal era uma recriação e tudo aquilo era novo para nós: - Outros tempos...).

Foi uma experiência muito gira, quando o professor nos perguntou se queríamos participar nunca pensámos que fosse assim. Aliás os que não foram depois ficaram tristes e já queriam ter participado. Mas não podíamos ir todos. Pois não? Foi pena não podermos fazer a representação da noite no parque, mas essa era só para os”grandes”.

Viva a República! Viva a nossa Escola! Não vamos esquecer nunca.

 

A turma do 5ºD (2010-2011)

 


Mais um NATAL ! Que Natal ?


Natal… Todos nos perguntamos porquê. E nunca saberemos responder a esta pergunta se não recuarmos ao Natal/nascimento de Jesus Cristo, o Filho Único de Deus. Aí está a razão do Natal que cada ano celebramos. O fundamento de todas as alegrias do Natal de cada ano reside no Acontecimento do Natal de Jesus, o máximo acontecimento da História humana.
Alguém perguntará: Quando começou a celebrar-se o Natal de Jesus? Foi certamente a partir do séc. IV, quando os cristãos, agora livres para celebrar as suas festas - e sobretudo os domingos como festa da ressurreição de Cristo – pensaram em celebrar dia tão importante. E porquê o 25 de Dezembro? Os cristãos, não sabiam nem ninguém sabe o dia certo em que Jesus nasceu. Então, pensaram num dia que seria o mais adaptado para tal celebração: havia um dia de festa romana muito importante, que era a festa do deus Sol, que se celebrava o Solstício do Inverno, isto é, quando o Sol atinge o Trópico de Capricórnio no seu movimento anual aparente, devido à inclinação do eixo da Terra e ao movimento de translação.
Os romanos celebravam tal dia com grandes festas, porque, com o crescimento dos dias, diminuía o tempo do Inverno e das trevas e aumentava o tempo do Sol e da vida. Era uma nova esperança de vida que surgia. Os cristãos não podiam encontrar melhor dia para celebrar o nascimento d’Aquele que veio do céu à terra para trazer aos homens a Vida do próprio Deus. Por isso, Jesus foi visto sempre como fonte de vida nova para todos os que nele crêem, como o afirma o Evangelho de João no seu prólogo:
“Nele é que estava a Vida de tudo o que veio a existir.
E a Vida era a Luz dos homens.
A Luz brilhou nas trevas,
mas as trevas não a receberam” (Jo 1,4-5).
Somos todos convidados, primeiramente, a abrir os olhos a esta luz e a sermos transmissores desta luz, num mundo onde há tanta escuridão, tanta falta de esperança e tanto sofrimento. Mesmo no dia da Vida e da Luz. No dia de Natal!


Maria Teresa de Sousa